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Economia cresce 1,3% no 1� trimestre

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Rio de Janeiro, RJ ? O PIB (Produto Interno Bruto, ou soma de bens e serviços produzidos no país) mostrou que a economia continuou crescendo em ritmo forte no primeiro trimestre do ano, mas também revelou que há sinais claros de desaceleração no horizonte. Entre janeiro e março, a expansão econômica do Brasil foi de 1,3%, na comparação com o último trimestre de 2010. Ante o mesmo período de 2010, a alta foi de 4,2%. Mas o consumo das famílias, que cresce há 30 medições e responde por 60% do PIB, perdeu parte do fôlego. A inflação em alta que corrói o salário dos trabalhadores desde outubro e as medidas de contenção ao crédito para o consumo, anunciadas pelo governo justamente para frear a alta de preços, são os principais responsáveis por esfriar a economia. Essa combinação só não derrubou o PIB no primeiro trimestre porque os investimentos cresceram, especialmente na construção civil. Investimento volta a acelerar após queda | CIRILO JUNIOR - Folhapress Rio de Janeiro, RJ ? O investimento no País voltou a acelerar e teve alta de 1,2% nos três primeiros meses do ano. Nos três trimestres anteriores, a taxa era positiva, mas vinha em ritmo descendente. No quarto trimestre de 2010, por exemplo, havia avançado 0,4%. Com o resultado, a taxa de investimento no país representou 18,4% do PIB. Trata-se da maior taxa para um primeiro trimestre desde 2008, quando chegou a 18,5% do PIB. Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, ainda não houve efeito da alta de juros imposta pelo BC (Banco Central) sobre os investimentos. Agronegócio, mais uma vez, puxa o crescimento do PIB | DANILO MACEDO - Agência Brasil Brasília, DF ? A agropecuária foi a principal responsável pelo crescimento de 1,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre de 2011, com salto de 3,3% no período, a maior taxa de expansão entre todos os setores da economia. Para a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), o aumento foi puxado, principalmente, pelos ganhos de produtividade, que devem levar a uma safra de grãos e fibras estimada em 159 milhões de toneladas. Entre os produtos que mais contribuíram para o resultado do primeiro trimestre, por causa da colheita no período, estão algodão, arroz, milho e soja.

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