Economia
Mesmo com crise, com�rcio Brasil-China segue forte
São Paulo, SP ? O comércio bilateral entre Brasil e China deve se manter aquecido em 2011, mesmo com a perspectiva de retração da atividade econômica mundial. A opinião é do cônsul-geral da China no Brasil, Sun Rongmao, e da diretora-executiva da Câmara de Comércio Brasil-China, Uta Schwiezer. Na avaliação de Rongmao e de Schwiezer, os dois países têm uma economia interdependente e demandam commodities, por parte da China, e máquinas e equipamentos, por parte do Brasil. A representante da Câmara de Comércio ressaltou que não vê uma ruptura da tendência de alta no comércio entre as duas nações, mesmo com a crise internacional, que atinge principalmente os Estados Unidos e países da Europa. De acordo com Uta Schwiezer, as dificuldades econômicas dos países ricos vão afetar o mercado mundial de commodities, mas, pelo progresso demonstrado pela China ? estimulado por investimentos do governo chinês ?, o país tende a manter a demanda por produtos primários brasileiros.