Economia
Astros e economia apontam dificuldade
São Paulo, SP ? Analistas e economistas de correntes diversas são unânimes em prever que a atual crise financeira global está longe de acabar. E não são apenas as estatísticas e as projeções econômicas que apontam nessa direção. No céu, mais especificamente no trânsito dos planetas, objeto de estudo da astrologia, também pode ser encontrada a resposta que corrobora as previsões menos otimistas. ?O mesmo céu que regeu o período da grande depressão econômica advinda do crash da Bolsa de Nova York (em 1929) está regendo o céu na atualidade, desde a quebra do Lehman Brothers (em 2008)?, diz o astrólogo Ivan Freitas. E quem aposta em dias ainda mais voláteis e de fortes emoções para o mercado financeiro pode encontrar um aliado na astrologia Segundo Freitas, a mesma quadratura que estava no céu no dia da quebra da Bolsa de Nova York, em 29 de outubro de 1929, conhecida como ?Black Tuesday?, volta a se repetir, 83 anos depois: ?No céu daquela terça-feira de 1929, o planeta Urano, que é responsável pelas mudanças drásticas e repentinas e move as situações críticas, estava a 08º22? do signo de Áries, num forte aspecto astrológico negativo (quadratura) com o planeta Plutão, que transforma as estruturas de poder (neste caso, o poderio econômico). Este foi o gatilho para a grande crise financeira e bancária do final dos anos 20. E exatamente no dia 23 de junho do ano que vem Urano estará no mesmo 08º22? do signo de Áries e novamente em quadratura com Plutão?. ?Crise começa a preocupar? | FRANCISCO CARLOS DE ASSIS - Agência Estado São Paulo, SP ? O ministro da Fazenda, Guido Mantega, reiterou que as economistas dos países emergentes, principalmente as mais dinâmicas, ainda não foram afetadas pela crise econômica mundial. De acordo com ele, essas economias continuam apresentando taxas de crescimento maiores, tanto que a previsão dele para os emergentes nos próximos anos é de 6%, em média. No caso do Brasil, Mantega prevê uma taxa de crescimento média de 5% no período de 2012 a 2015. Apesar de afirmar que as economias emergentes ainda não foram afetadas, o ministro disse que começa a se preocupar com alguns sinais, ainda que incipientes, de contágio dos emergentes pela crise mundial. ?E isso me preocupa, já que há alguns sinais incipientes de que a China poderá ter alguma desaceleração. A economia chinesa se mostrou bastante sólida ao longo dos últimos 20 anos, só que agora começa a ter problemas sérios?, disse o ministro. A preocupação de Mantega em relação à China reside na possibilidade de aquele país reduzir as suas importações. Ele ponderou, no entanto, que a desaceleração chinesa é um fenômeno recente.