Economia
PARTE ALTA TEM POUCA OP��O
Os poucos terminais de atendimento bancário 24 horas existentes num posto de combustíveis e em dois supermercados do Conjunto Graciliano Ramos, na parte alta da capital, deixam de beneficiar o público daquela comunidade entre 20h e 22h. Ou seja: não estão abertos 24 horas por dia, conforme deveriam funcionar. Uma das máquinas está instalada dentro da conveniência de um posto de combustíveis. Ocorre que o estabelecimento paralisa suas atividades às 22h, quando ainda há demanda pelos serviços daquela unidade. ?Muita gente aparece depois do fechamento e se queixa de não ter onde sacar dinheiro?, comenta Alisson Omena, funcionário da empresa. Maria José Ferreira, outra funcionária, conta que a demanda pelos serviços da maquininha atrai gente de outros bairros também. ?Agora, quando o dinheiro acaba, muita gente fica nervosa. Não tem banco aqui no bairro?, completa. E os terminais independentes de bancos como Brasil, Caixa, Bradesco ou Itaú? Existem no Graciliano? Resposta: não! Mas prestam, no entanto, serviços por meio dos terminais 24h, estes administrados por uma empresa chamada TecBan, que cobra taxa específica por cada saque realizado pelo cliente.