Economia
Brasil prop�e igualdade ao M�xico
Brasília, DF ? O principal desafio da renegociação em curso do acordo automotivo entre Brasil e México será a definição de um percentual mínimo, comum aos países, de peças nacionais usadas pelas montadoras na produção de seus veículos. Ontem, quase um mês após o governo brasileiro ameaçar romper a parceria, os mexicanos concordaram em continuar negociando a revisão do tratado, assinado em 2002, que permite o livre comércio bilateral de carros. As negociações visam equilibrar uma balança comercial que foi negativa em US$ 1,7 bilhão para o Brasil em 2011, e devem se estender até a próxima semana. O estabelecimento de um índice de nacionalização único para os dois países é considerado crucial pelo governo brasileiro. No caso do Brasil, o percentual de peças nacionais, que determina quando um carro é considerado nacional, é de 65%. No México, é de 30%.