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D�lar faz com�rcio adiar contrata��es

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Apesar da proximidade das festas de Natal e Ano-Novo, os lojistas de Maceió ainda não começaram a pensar nas tão esperadas contratações temporárias ? freqüentes nos meses de novembro e dezembro, e que representam uma boa oportunidade para quem está desempregado há algum tempo. Segundo o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL), Wilson Barreto, diante da oscilação do dólar, da alta dos juros e da carga tributária, os comerciantes vão aguardar a definição presidencial para traçar os rumos que serão tomados pela categoria. Wilson Barreto explicou que o setor varejista está tendo certa precaução com relação às contratações temporárias, mas que a expectativa é de que elas sejam realizadas normalmente, nos meses de novembro e dezembro. ?As medidas tomadas pelo governo federal, ultimamente, deixaram o setor preocupado com as vendas?, ressaltou o presidente da CDL, acrescentando que diante do quadro os lojistas vão esperar que haja uma definição econômica geral do País, com a eleição do novo presidente, para pensar nos empregos temporários. Calendário ?Ainda estamos a um mês do início das contratações temporárias, se formos observar o calendário adotado nos anos anteriores?, destacou Wilson Barreto. ?Até lá, vamos torcer para que haja reação nas vendas. Isso permitirá o emprego de um maior número de pessoas?, complementou o presidente da CDL. Ele disse que no ano passado o crescimento não foi muito grande, devido ao ?apagão?, mas que este ano espera uma melhora de 3 a 4%. ?Isso já seria um bom resultado?, enfatizou. Segundo Wilson Barreto, o comércio ainda é o setor que menos desemprega no País. ?Ele apenas encontra-se com seu quadro enxuto, empregando de acordo com suas necessidades?, salientou o presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas, reafirmando que, por isso, as contratações terão de esperar o crescimento das vendas. ?O mês de dezembro continua sendo o mês das grandes expectativas, mas não poderemos tratar o assunto com muita euforia este ano, visto que a situação do País é preocupante?, finalizou.

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