Economia
Hoje, s� n�o anda bem cal�ado quem n�o quer
Sebastiana Maria da Silva, 70 anos, pensionista que vive no bairro do Clima Bom, em Maceió, era uma das dezenas de consumidoras que provavam alguns pares de calçados quando a Gazeta visitou uma das filiais da Sapato?s, no Centro. ?Hoje em dia, só não anda com os pés bem calçados quem não quiser, meu filho?, comentou. ?Eu mesmo tenho mais de 20 pares de calçados em casa. Provo dois ou três antes de sair. Quando não gosto de um, provo outro e mais outro. E assim vai?, confidenciou à reportagem. Costureira desde a juventude ? profissão que abraçou com mais afinco quando ficou viúva ? , Sebastiana foge à regra da maioria das consumidoras maceioenses, que geralmente compram a prazo e dividem seus ?investimentos? no cartão de crédito. ?Só compro à vista. Identifico a necessidade, pesquiso os preços e depois fecho o negócio. É o caso das sandálias que pretendo comprar?, explicou a idosa que, na juventude, tinha no máximo dois pares de calçados. ?As coisas estão mais fáceis hoje. Os calçados estão melhores e mais baratos?, emendou. ?Este ano, já comprei quatro pares?. MM