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Nº 5716
Economia

ONS descarta risco de apag�o em 2003 no NE

Redução espontânea no consumo de energia após o racionamento, maior capacidade de geração termelétrica e mais linhas de transmissão são fatores que vão compensar o nível mais baixo dos reservatórios e manter o abastecimento de energia no Nordeste em 2

Por | Edição do dia 28/10/2002 - Matéria atualizada em 28/10/2002 às 00h00

Redução espontânea no consumo de energia após o racionamento, maior capacidade de geração termelétrica e mais linhas de transmissão são fatores que vão compensar o nível mais baixo dos reservatórios e manter o abastecimento de energia no Nordeste em 2003, segundo o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico). Ao fim do racionamento, técnicos do setor esperavam consumo 7% menor em relação ao que era previsto antes do racionamento. No acumulado do ano, a redução está em aproximadamente 12%. Em outubro de 2000, antes do racionamento, a carga (consumo de energia) no Nordeste foi de 6.149 MW médios. Neste ano, a previsão é fechar o mês com 5.989 MW médios, 2,6% menor. Em novembro de 2000, o consumo era de 6.221 MW médios e, para novembro deste ano, a previsão é 6.048 MW médios. Nordeste As principais barragens do Nordeste destinadas à geração de energia elétrica estão com os níveis abaixo dos registrados no mesmo período de 2000, época do “pré-apagão” no País. Há dois anos, no final de outubro, as represas da região estavam, em média, com 29,5% da capacidade de armazenamento. No último dia 23, essa média era de 27,3%. Até o dia 31, esse percentual deverá cair para 24,4%, segundo a Chesf (Companhia Hidrelétrica do São Francisco). O nível da represa de Sobradinho, maior da região, com capacidade para armazenar 28,7 bilhões de metros cúbicos de água, estava em 17,1% no dia 23. Na mesma data, em 2000, era de 23,6%.

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