Economia
Pressionado por d�vida, d�lar sobe para R$ 3,82
São Paulo - O dólar registrou ontem sua segunda alta consecutiva sob a pressão de uma dívida de quase US$ 2 bilhões que vence na sexta-feira. Durante todo o dia a moeda operou em alta, para fechar a R$ R$ 3,810 na compra e a R$ 3,820 na venda, alta de 1,05%. A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) fechou em alta de 0,28%, impulsionada pelas ações da Net, que subiram 21,73%. No final da tarde o risco-país brasileiro subia 4,54%, a 1931 pontos. Usando praticamente só contratos que vencem em dezembro deste ano, o Banco Central alongou 48,3% da dívida. De acordo com o chefe do Departamento de Operações do Mercado Aberto do BC, Sérgio Goldenstein, a taxa de remuneração cobrada pelo mercado caiu consideravelmente na operação de ontem em relação às anteriores. No entanto, as taxas para contratos de vencimento no curto prazo não têm sido divulgadas pelo BC por serem consideradas distorcidas. Com a operação, a autoridade monetária ganha tempo para tentar rolar integralmente o montante principal da dívida.