Economia
Fazia o dinheiro render ao m�ximo
O jornalista Rostan Lima, 30, funcionário público federal, utiliza planilhas para controlar seus gastos desde os tempos em que se virava com um salário mínimo. ?Fazia aquele dinheiro render o máximo possível?, recorda. O incremento na renda, logo após a conclusão do curso superior, implicou no aumento dos gastos mensais, mas dentro da margem que ele considera aceitável: máximo 60% dos rendimentos brutos. Às compras de fim de ano, também foi. Renovou algumas peças do vestuário, brindou a noiva com algumas lembranças, anotadas em sua contabilidade, mas seu nível de endividamento ficou muito abaixo dos 70% registrados pela Fecomércio. ?Atualmente, meu endividamento é de 30% da minha renda bruta. Está num percentual aceitável dentro da minha capacidade de pagamento?, afirma o jornalista, mostrando ao repórter fotográfico José Feitosa o detalhamento dos seus gastos, divididos em fixos e variáveis. MM