Economia
Ind�stria ressalta que situa��o � c�clica
Para Henry Joseph Jr, da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), a indústria aprendeu que a questão do etanol é cíclica. ?Há momentos em que há algum interesse político, estratégico ou econômico por parte do governo em motivar a produção do etanol?, diz. ?Mas, em outros, esse mesmo interesse vai a zero?. Joseph acredita que, no futuro, o governo vai voltar a se ater para a importância do setor agrícola na matriz energética, até porque ainda não se sabem exatamente os resultados efetivos que as descobertas do pré-sal terão. ?Por isso, o carro flex entra como uma luva, pois deixa o consumidor isento do favorecimento ou não que o governo dá ao uso do etanol?, afirma. A discussão de transformar o etanol em commodity está adormecida. ?Os dois maiores produtores, Brasil e EUA, são altamente dependentes do consumo interno. Por isso, o tema está parado?, afirma Rodrigues. Para Joseph, essa condição só será alçada com a chegada do etanol de segunda geração (subtraído de diversas matérias-primas), que deverá elevar o consumo do produto em diversas partes do mundo. CS