Economia
Oi assina a carteira de 4,4 mil terceirizados
A operadora de telefonia Oi contratou cerca de 4,4 mil colaboradores, que eram terceirizados, em atividades de supervisão e gerenciamento de redes, até manutenção e operação de equipamentos. Segundo o diretor de operações de redes da Oi, José Cláudio Gonçalves, o planejamento e a análise para essa migração eram discutidos desde o início do ano, mas ganhou força com a chegada de Zeinal Bava à presidência da empresa, no mês passado. Antes, Bava atuava como presidente do comitê de engenharia, redes, tecnologia, inovação e ofertas de serviços da Oi. O novo comandante da companhia tem enfatizado, internamente, que avanços tecnológicos são fundamentais para a companhia. O novo desenho de gestão da planta interna atinge as centrais de telecomunicações de telefonia fixa, de equipamentos de transmissão, de plataformas de dados e de operações de telefonia móvel distribuídas pelo país. ?Não será um cronograma rápido [de acomodação], que vai demorar ao menos um ano?, disse Gonçalves. Junto, haverá um reforço de capacitação dos profissionais, assim como a revisão dos processos desempenhados por eles. CUSTOS O diretor da Oi não quis informar os valores, em termos de aumento de custos operacionais, que a internalização vai gerar. ?Mais do que o aumento do custeio, o importante é a estratégia para melhoria na qualidade e prestação dos serviços?. Gonçalves ressaltou, porém, que a medida era essencial, já que a atividade operacional e de manutenção de equipamentos de operadoras de telefonia do mesmo porte e características da Oi, em outros países, são feitas por quadros próprios. AE ?