Economia
Empres�rios tamb�m investiram
O industrial Gilvan Leite reforça o quão promissor é o mercado de trabalho para instrutores e professores para formação da mão de obra demandada pelas 120 empresas do Distrito Industrial Luiz Cavalcante, em Maceió, onde trabalham 5.550 pessoas, que recebem, mensalmente, mais de R$ 5 milhões. ?Alagoas avançou muito na formação de mão de obra, mas o empresariado também precisou investir em capacitação de profissionais para atender às suas necessidades?, diz o dono da Plastec Indústria. Ele também reconhece a necessidade de formação de mais profissionais. Graças às parcerias firmadas com escolas para capacitação, houve ampliação do mercado de trabalho para instrutores em diversos segmentos. ?Crise no setor, nós não temos mais. Pelo contrário. Houve, sim, ampliação do mercado de trabalho para o pessoal especializado em capacitação?, explica. MAIS INTERAÇÃO Atual presidente da Associação das Empresas do Distrito Industrial (Adedi), Gilvan observa que, atualmente, há maior integração entre as universidades e as indústrias, o que tem contribuído para melhoria da qualidade dos profissionais encaminhados aos parques industriais. Mesmo assim, explica o industrial, ainda se faz necessário investir na requalificação de operários através de cursos ofertados no ambiente de trabalho. ?Além disso, é torcer para que o empregado tenha vocação profissional para atuar na indústria?. ?Muitos não se adaptam. Aí, migram para outros setores da economia. Os que se adequam são facilmente absorvidos pelos empregadores?, completa. ?O mercado de formação de mão de obra está sempre atento à demanda das indústrias locais, montando cursos de qualificação dos trabalhadores alagoanos ?, complementa.