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Nº 5717
Economia

Procon notifica postos em Macei�

O Procon fiscalizou, ontem, os postos de Maceió, para verificar se o preço dos combustíveis estão afixados de forma visível e legível, como determina a legislação. Durante a fiscalização, alguns postos foram notificados porque a tabela de preços estava ir

Por | Edição do dia 27/02/2002 - Matéria atualizada em 27/02/2002 às 00h00

O Procon fiscalizou, ontem, os postos de Maceió, para verificar se o preço dos combustíveis estão afixados de forma visível e legível, como determina a legislação. Durante a fiscalização, alguns postos foram notificados porque a tabela de preços estava irregular. No Posto Jota Pinto, localizado no Centro, o cartaz informava que o preço da gasolina (R$ 1,559), tinha o último algarismo (9) - quase imperceptível para o cliente. “O valor deve ser visível, com todos os algarismos legíveis e o mesmo preço também tem de estar na bomba”, explicou a diretora de fiscalização do Procon, Rebeca Tenório. Segundo o Procon, o consumidor tem de ficar atento se na bomba o valor cobrado é o mesmo do cartaz. “Muitas vezes eles informam que é R$ 1,55 e na bomba cobram R$ 1,559. Assim o cliente pagará mais, pensando que está pagando menos. Isso é propaganda enganosa”, explicou Rebeca. O consumidor que abastece o veículo com 30 litros de gasolina, ao preço de R$ 1,55 por litro, pagará um total de R$ 46,50. Se o preço for de R$ 1,559, pagará R$ 46,77, ou seja, R$ 0,27 a mais. “Se a placa informa que o preço é R$ 1,55 e na bomba o valor é cobrado com três algarismos, o cliente deve pagar o menor preço (R$ 1,55). Se o dono do posto não quiser aceitar, o cliente deve denunciar o estabelecimento”, avisou. A gerente do Posto Jota Pinto, Ísis Araújo, disse que o cartaz (banner) já veio pronto da distribuidora e não sabia que estava cometendo a infração. “Já recebemos esse banner assim e o afixamos do jeito que estava, pois, infelizmente, desconhecíamos esse tipo de infração. Mas, já providenciamos a retirada do cartaz”. No Posto Praia, na Avenida Duque de Caxias, o Procon constatou que no cartaz, o preço R$ 1,552 não apresentava o número dois de forma visível, e também foi notificado. Os postos que receberam notificação têm o prazo de 48 horas para regularizar a situação, sob pena de serem autuados, pagarem multa, que varia de 200 a 3 milhões de UFIRs, ou mesmo terem suas atividades suspensas, caso persistam no erro.

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