Economia
VLT ainda � sonho DISTANTE
Atualmente, a malha ferroviária alagoana ativa está limitada aos 32 km que ligam a capital Maceió à estação de Lourenço de Albuquerque, em Rio Largo. A ferrovia, administrada pela CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), vinculada ao Ministério dos Transportes, transporta diariamente uma média de 6 mil passageiros, o que ainda é pouco diante da população residente dos três municípios, estimada, atualmente, em 1,08 milhão, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O volume significa menos de um terço da população alagoana, estimada em 3,3 milhões de habitantes. Mesmo assim, segundo dados da própria CBTU, o volume representa uma arrecadação anual de cerca de R$ 1,09 milhão, graças à venda de bilhetes ? que custam, atualmente, R$ 0,50. Para suprir a demanda de transporte ferroviário no Estado, seria necessário pelo menos triplicar a oferta. Nesse sentido, projetos como o do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que ligaria o centro de Maceió ao Aeroporto Internacional Zumbi dos Palmares ? num trajeto de 20 km divididos em 17 estações ?, seriam a solução de pelo menos parte do problema.