Economia
Um rebanho contra a AFTOSA
O completo festejo do ingresso de Alagoas na ?zona livre (da febre aftosa) com vacinação? depende de vistoria, em 2014, da Organização Internacional de Epizotias (OIE) para comprovação da sanidade animal no bloco econômico nordestino para que haja aprovação, ou não, da exportação de nossos bovinos aos demais Estados da federação. Para a entidade internacional, só existe duas classificações: zona infectada e zona não infectada. O governo brasileiro criou, no entanto, seis classificações dentro da ?zona infectada?. Entre o risco desconhecido e a zona livre sem vacinação, caso de Santa Catarina, Alagoas ocupa a penúltima classificação antes do ?paraíso?. ?O Nordeste depende do reconhecimento da OIE para que, sem restrições, possa exportar bovinos e derivados de leite, aos estados do Sudeste, Centro-Oeste e parte do Pará. Quando obtiver esta autorização, estará apto à exportação, inclusive para o exterior?, explica o produtor Marcelo Lima. Diretor da Agência de Defesa a Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), ele ratifica o esforço do governo de Alagoas para se equiparar aos demais Estados nordestinos, razão pela qual já é possível exportar bovinos aos compradores pernambucanos dispondo apenas da Guia de Transporte Animal (GTA).