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Abater parte da d�vida ao longo do financiamento pode ser alternativa

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Abater parte da dívida ao longo do financiamento também pode ser uma boa alternativa para quem deseja encurtar o prazo. ?Se o comprador não tem condições de pagar o financiamento no curto prazo, deve procurar fazer amortizações para diminuir o impacto da incidência de juros?, afirma Marco Aurélio Luz, presidente da Associação dos Mutuários de São Paulo e Adjacências (Amspa). A compra do imóvel ainda esconde uma sopa de letrinhas de taxas e seguros obrigatórios, como o por Morte e Invalidez Permanente (MIP) e o de Danos Físicos (DFI). É preciso também reservar cerca de 3,5% do valor do imóvel para pagamento do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), além das despesas bancárias e cartorárias e uma taxa de administração mensal de R$ 25. Outra sigla, o CET ? ou Custo Efetivo Total ? responde pelo custo total da dívida. Esse dado inclui o juro, as taxas e os seguros, e conta qual banco é mais vantajoso. Uma vez escolhido, ele vai engordar o financiamento ao longo das centenas de meses ? daí importância de escolher o prazo mais adequado. ?Só operações altas, de financiamento na casa dos R$ 2 milhões, conseguem alterar o CET?, afirma Andreza. Portanto, a orientação é pesquisar sem pressa ou preguiça. ?A Caixa costuma ter uma taxa mais conveniente, mas há inúmeros casos em que o comprador é correntista de outro banco e em uma conversa com o gerente consegue cobrir os juros da instituição federal?, diz Luz. HP ?

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