Economia
Alagoas � �ltimo do Pa�s em cria��o de emprego
Alagoas teve o pior desempenho do País na criação de emprego no mês de abril, com o fechamento de 12,32 mil postos formais de trabalho (a diferença entre as 8,92 mil admissões e as 21,24 demissões no período). Segundo os dados do Cadastro Geral de Emprego e Desempregado (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) divulgados ontem, o estado apresentou a maior variação negativa entre as 27 unidades da federação, com menos 3,49% em relação ao mês de março. A indústria de transformação ? que engloba as usinas sucroalcooleiras ? foram as responsáveis pelo maior volume de desemprego em abril, com o fechamento de 13.005 vagas. A agropecuária aparece com o segundo pior desempenho, com menos 383 vagas formais. Dos oito setores da atividade econômica analisados pelo Caged, quatro apresentaram saldo positivo: construção civil, com a criação de 659 vagas; serviços (373); serviços industriais de utilidade pública (30); e comércio (29). De acordo com os números do Caged, o município de Rio Largo apresentou o maior deficit de emprego no mês de abril, com o fechamento de 1.632 postos formais de trabalho. Em seguida, aparecem São Miguel dos Campos (com menos 1.559) e Coruripe, com 1.096 vagas a menos. Na série ajustada (que incorpora as informações declaradas fora do prazo), Alagoas acumula a perda de 26,64 mil postos de trabalho celetistas nos quatro primeiros meses do ano, um percentual negativo de 7,23% em relação ao mesmo período do ano passado.