Economia
Previs�o desconsidera receitas extraordin�rias
Em abril, os dois tributos cresceram 12,38%, puxando a arrecadação do mês. ?No primeiro trimestre, teve um severo impacto nos recolhimentos de IRPJ e CSLL considerando as compensações. Em abril, esse cenário mudou. As compensações deixaram de impactar?, explicou o secretário. ?Essa sinalização demonstra que devemos ter melhoria no quadro da arrecadação desses tributos a partir do mês de maio?. A nova previsão de crescimento da arrecadação para o ano não considera as receitas extraordinárias com a reabertura do programa de parcelamento de débitos tributários, batizado de Refis da Crise. O programa foi aprovado pela Câmara dos Deputados, mas ainda depende de aprovação pelo Senado. O governo, no entanto, já incluiu no relatório orçamentário de receitas e despesas um recolhimento de R$ 12,5 bilhões, a partir de agosto, em função da reabertura do parcelamento. No ano passado, os programas de parcelamento de débitos (Refis da Crise, multinacionais e bancos) renderam R$ 21,8 bilhões em receitas extraordinárias. Esse valor ajudou o governo a fechar as contas em 2013. A maior parte veio do pagamento de bancos e multinacionais.