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M�dia salarial registra queda de mais de 8%

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O Cadastro Central de Empresas (Cempre), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) evidencia o crescimento no número de empresas, de empregados e da remuneração absoluta das empresas alagoanas, mas ratifica redução de 8,3% na média salarial mensal de seus 553.106 empregados. Até 2011, os colaboradores recebiam, em média, 2,4 salários mínimos (R$ 1.296,00). Um ano depois, quando o vencimento subiu de R$ 540,00 para R$ 622,00, a média cairia para 2,2 (R$ 1.368,00). O valor correspondia a 70,96% da remuneração brasileira (3,1 salários) e a 91,6 % da do Nordeste (2,4 salários). Sergipe detinha, naquele ano, a melhor média salarial da região, 2,8 salários mensais (R$ 1.741,60), acima da regional (2,4), inclusive. Depois, vinham Bahia (2,6), Pernambuco e Rio Grande do Norte (2.5), Maranhão (2,4), Piauí (2,3). Empatados no fim da tabela nacional, Ceará, Paraíba e Alagoas com 2,2 salários mensais. Em 2012, o salário médio mensal foi de 3,1 salários mínimos. As unidades da Federação com os maiores salários médios foram: Distrito Federal (5,8 salários mínimos), Rio de Janeiro (3,7 salários), São Paulo (3,6 salários) e Amapá (3,4 salários), todos valores iguais ou acima da média nacional. De acordo com a pesquisa, entre 2011 e 2012, Alagoas ganhou mais 478 unidades (salto de 40.048 para 40.426, mas, em relação ao cenário nacional, sua participação continuou sendo de 0,7%, embora superior ao vizinho Sergipe (0,6), mas abaixo das demais unidades do Nordeste (17,7%). Quanto ao pessoal ocupado, o Nordeste conquistou o segundo lugar (17,7%) ? na mesma posição da próspera Região Sul ? e em pessoal ocupado assalariado (18,2%), porém ficou em terceiro lugar em número de unidades locais (15,6%) e em salários e outras remunerações (14,3%).

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