Economia
Cesta devora 35,66% do sal�rio, em Macei�
A cesta básica alimentar, composta de 12 itens essenciais às necessidades básicas de qualquer ser humano, já devorava, em junho, 35,66% do salário mínimo de R$ 724,00, em Maceió. Em maio, de acordo com o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Maceió, comprometia menos, 35,35% do rendimento básico. Entre um mês e outro, elevação de 0,48%. Para aquisição da ração mínima instituída pelo governo federal, o trabalhador maceioense precisou desembolsar R$ 266,66, independente de outras despesas necessárias à sua sobrevivência e à de seus familiares. Em maio, de acordo com o levantamento, o desembolso para aquisição dos 12 itens tinha sido de R$ 265,39. A elevação do preço médio do quilo de carne, de R$ 15,32 (maio) para R$ 15,61 (junho), do litro de leite, de R$ 2,69 para R$ 2,80, do quilo de arroz, de R$ 2,35 para R$ 2,49, explicam por que razão, até o final do mês passado, o conjunto alimentar estava mais caro na capital alagoana, cenário do levantamento das informações. No entanto, houve variação negativa de alguns produtos, dentre os quais o quilo de feijão, de R$ 3,75 para R$ 2,49, o pacote de café, de R$ 12,30 para R$ 11,83, e o quilo da banana, de R$ 4,12 para R$ 3,70. O óleo de soja, de R$ 6,67 para R$ 5,38, e a manteiga, de R$ 9,92 para R$ 8,90, também ficaram mais baratos.