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Alagoas tem 3� pior desempenho do Pa�s

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Influenciada pelo desempenho negativo da construção civil e da indústria de transformação, a criação formal de emprego em Alagoas no ano passado deixou o estado em antepenúltimo lugar do País, à frente apenas de Roraima ? que teve um índice negativo de 1,73% ? e Rondônia, que mostrou crescimento de 0,69% em 2013, na comparação com o ano anterior. Segundo os dados da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) divulgado na segunda-feira, 18, pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), no ano passado, Alagoas criou 509,1 mil empregos com carteira assinada, um crescimento de 0,79% em relação a 2012, quando foram criadas 505,1 mil vagas formais de trabalho. Em termos absolutos, esse crescimento correspondeu ao incremento de aproximadamente 4 mil vagas no mercado de trabalho. Os setores com os melhores desempenhos na criação de emprego no ano passado foram a Administração Pública (que engloba as esferas federal, estadual e municipal), com o aumento de 6,2 mil postos de trabalho (o equivalente a 4,16% do total), Comércio, com 5,4 mil (6,43%) e os Serviços, com a criação de 4,7 mil vagas com carteira assinada (3,99%). O resultado poderia ter sido melhor caso a indústria de transformação ? da qual fazem parte as usinas de cana-de-açúcar ? não tivesse fechado 10,04 mil vagas (um recuo de 9,76%). Sentindo os efeitos do arrefecimento econômico, a construção civil alagoana também fechou o ano com um saldo negativo, extinguindo 3,1 mil postos em 2013. No sentido oposto ao de Alagoas, o Distrito Federal foi a unidade da federação que mais gerou emprego em 2013, com crescimento de 7,91%, seguido por Pará (6,96%), Mato Grosso (6,49%) e Piauí (6,15%).

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