Economia
Menos de 10% dos munic�pios t�m �rg�o de defesa do consumidor
O pai sonha com uma televisão nova para a sala, a filha quer um condicionador de ar para o quarto, a mãe já está vendo onde vai colocar aquele multiprocessador capaz de quebrar um pedra se a receita pedir e o filho conta os dias para ter videogame de última geração nas mãos. Qual família não sonha em adquirir produtos novinhos, pesquisa os preços e festeja quando consegue dá destino para economias domésticas? Entretanto, quando compramos um produto ou adquirimos um serviço, sempre existe a possibilidade de surgir um problema ou dano. De repente, o refrigerador novinho, comprado em 20 suaves prestações, deixa de esfriar a água para esquentar a cabeça da dona de casa. E para amparar o consumidor lesado, só a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor, ou simplesmente Procon. Na capital Alagoana, o órgão está presente em sete locais, entre a sede, unidades do JÁ, centrais e faculdades. Na sede do órgão, situada no bairro do Farol, em Maceió, o atendimento é contínuo das 8h às 15 horas. A proximidade do centro da cidade, facilita o acesso das pessoas, que rapidamente se transfiguram de clientes para reclamadores toda vez que recebem a negativa dos donos das lojas diante dos produtos com avarias ou serviços mal feitos. Para quem mora longe da capital, a única forma de formalizar denúncias é usar os meios virtuais. O site do Procon dispões de ambientes para formalizar reclamações e para os mais antenados, as redes sociais podem surtir mais efeito.