Economia
Faturamento na madrugada � baixo
Atualmente, Carlos Henrique, da farmácia Big Ben, trabalha entre os turnos matutino e vespertino, mas já prestou serviços em plena madrugada, na área nobre da capital. O diminuto fluxo de clientes impõe faturamento reduzido, reconhecem alguns dos revendedores com quem a reportagem dialogou. E também explica o reduzido número de colaboradores. Em média, são seis os funcionários escalados para atuar no turno da madrugada, incluindo o segurança armado. Originária da região Norte, a rede de farmácias tem dez filiais em Alagoas, das quais uma em Arapiraca. ?Somente uma funciona 24 horas?, diz Carlos Henrique. Seus colegas de labuta entendem que, embora localizado em região de alto poder aquisitivo, o faturamento é muito baixo durante a madrugada. PRAÇA Na Praça do Centenário, uma das duas farmácias de bandeira Permanente fica aberta 24 horas. Nela, apenas três funcionários dão plantão entre as 22h e as 6h. ?Até 1h, o movimento é muito bom. Depois, cai bastante. Fica pingado até o início da manhã seguinte?, reconhece o gerente Francisco Medeiros. Embora não tenha autorização para revelar à reportagem qual o percentual de queda no faturamento em plena madrugada, avalia que os custos operacionais do negócio são cobertos pela soma do apurado nos três turnos de funcionamento. ?A soma dos apurados paga as contas do mês?.