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Alagoas continua l�der em mortalidade infantil

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A mortalidade infantil cai de maneira generalizada em todos os Estados brasileiros e mais fortemente nos da Região Nordeste. Entretanto, Alagoas continua liderando a incidência de mortes de crianças com 62,54 em cada mil nascidas vivas. Enquanto no Brasil a queda foi de 37,50%, no Nordeste atingiu quase 40% (39,03%) de 1990 a 2000. Entre os Estados da Região Nordeste, o Ceará registrou a maior queda (45,1%), seguido do Piauí (43,1%). Apesar dos percentuais, a Região Nordeste ainda registra níveis elevados de mortalidade infantil, que são praticamente o dobro dos encontrados nas re-giões Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Em 2000, a taxa de mortalidade infantil na Região Nordeste era de 44,73 por mil nascidos vivos, enquanto no Sudeste foi de 21,28, no Sul de 18,87, e no Centro-Oeste de 21,61. De um modo geral, estas três regiões (Sul, Sudeste e Centro-Oeste) exibem as menores taxas de mortalidade infantil, próximas de 20 por mil nascidos vivos, sendo que o Rio Grande do Sul é o Estado com a taxa mais baixa, de 16 por mil. Na Região Sudeste, São Paulo tem a menor taxa, de 18,6 por mil, seguido do Rio de Janeiro, com 20,61. Entre os Estados do Nordeste, Alagoas continua apresentando a maior taxa de mortalidade infantil, enquanto Piauí e Ceará têm as menores taxas: 36,23 e 39,75, respectivamente. Em relação à redução da mortalidade, Roraima foi, entre todos os Estados brasileiros, o que mais reduziu sua taxa, em 56,1% de 1990 a 2000. No Amazonas houve a menor redução, de 29,5% na taxa de mortalidade. Rondônia passou de 38,93 mortes por mil em 1990, para 25,92 em 2000. Logo após Ceará e Piauí, que estão em segundo e terceiro lugares na redução da mortalidade; aparece Tocantins, com uma redução de 40,9%, passando de 50,62 mortes por mil nascidos vivos, para 29,93 em 2000. A estimativa da ONU para o Brasil, de chegar a 2000 com 32,5 mortes por mil nascidos vivos, foi superada, com a taxa de 29,68 registrada no Censo.

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