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Demanda de empresas eleva d�lar a R$ 3,51

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O fluxo de compra de dólares por parte de algumas empresas que deixaram para fechar suas contas e pagar dívidas fora do País na última hora levou a moeda norte-americana a fechar, ontem, em alta de 0,57%, vendida a R$ 3,51 e comprada a R$ 3,50. Já o risco-país brasileiro opera em queda de 0,85%, a 1.385 pontos. Apesar da alta, a expectativa do mercado é que o dólar recue nos próximos dias. Hoje, o mercado funciona somente até as 12h, enquanto na quarta-feira, dia de Natal, não haverá operações. Segundo analistas, o Banco Central poderia aproveitar o baixo volume previsto para quinta e sexta-feira para derrubar a cotação, vendendo dólares à vista ao mercado. Sem notícias econômicas, os investidores se atêm ao cenário político. O volume de negócios na segunda-feira, somou, segundo dados preliminares, US$ 785 milhões - cerca de 65% do movimento de um dia normal. O valor, embora baixo, ficou acima da expectativa do mercado, que esperava um dia parado já que boa parte das empresas e bancos dá férias coletivas a seus funcionários nesta semana e na próxima, e por isso, anteciparam os negócios do fim do mês. Movimento Com movimento acima do esperado no mercado, o Banco Central renovou mais US$ 117 milhões da dívida de US$ 2,6 bilhões que vence no próximo dia 2, completando, assim, a rolagem de 88,6% do montante total. O resultado foi melhor do que se esperava e analistas acreditam que não deve haver nova tentativa de alongar os cerca de US$ 300 milhões que restam do vencimento. O mercado costuma ficar agitado nos dias que antecedem o vencimento de dívidas e a pressionar a cotação para ampliar seus lucros no vencimento, embora analistas achem positiva a liquidação ao invés da rolagem, já que assim diminui a exposição cambial do governo.

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