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Economia

Infla��o do aluguel desacelera na 2� pr�via

Rio – A inflação do aluguel registrou alta de 0,13% na segunda prévia de outubro do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), segundo a Fundação Getulio Vargas. A soja e o minério de ferro tiveram nova rodada de quedas nos preços, enquanto as carnes reduz

Por | Edição do dia 21/10/2014 - Matéria atualizada em 21/10/2014 às 00h00

Rio – A inflação do aluguel registrou alta de 0,13% na segunda prévia de outubro do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), segundo a Fundação Getulio Vargas. A soja e o minério de ferro tiveram nova rodada de quedas nos preços, enquanto as carnes reduziram o ritmo de alta, mas o movimento foi compensado pela elevação de alguns produtos in natura. “A soja está caindo mês após mês, porque o cenário da safra nos Estados Unidos este ano é o melhor possível. O grão já caiu 19,32% este ano”, apontou o superintendente adjunto de Inflação do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Quadros lembrou também que o adiamento da retomada do crescimento global tem ajudado a derrubar preços de insumos industriais como minério de ferro e petróleo. O que impede que o indicador arrefeça mais é o aumento de alguns produtos agrícolas afetados pela estiagem no País. “O que perturba um pouco são algumas culturas que estão sendo afetadas por essa seca, como o café”, justificou o superintendente da FGV. Apesar da forte desaceleração em relação à mesma prévia de setembro, quando a taxa ficou em 0,31%, o resultado da segunda prévia de outubro do IGP-M ficou acima das expectativas do mercado. Diante do resultado, a consultoria Tendências, por exemplo, revisou sua previsão para o índice fechado de outubro, que passou de queda de 0,03% para uma alta de 0,10%. “A desaceleração de bovinos e as quedas recentes das cotações da soja, estas em resposta à colheita da safra dos Estados Unidos, foram compensadas pelo avanço mais intenso do que o esperado apresentado por alguns produtos ‘in natura’, como tomate e a laranja, movimento que se somou ao intenso avanço de aves”, explicou a economista Adriana Molinari, da Tendências.

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