Economia
META � PAGAR PRESTA��ES
A enfermeira Polyanne Teixeira Cavalcante, que não tem dívidas insolúveis e cuja vida financeira está organizada faz alguns anos, já definiu o destino de seu 13º salário: 60% custearão as primeiras parcelas do apartamento financiado, 20% vão para as compras de final de ano e o restante robustecerá sua conta poupança. ?A prioridade deste ano é pagar algumas das parcelas do apartamento. Recebo as chaves nos próximos dias e já quero adiantar alguns dos pagamentos para ficar mais folgada no início do ano vindouro?, explicou à Gazeta. ?Vou guardar 20% na poupança e usar o resto para comprar presentes também?, avisou. Quando ingressou no mercado de trabalho, onze meses após a conclusão do curso superior, Polyanna, hoje com 29 anos, não pestanejou. Foi às compras, inclusive de produtos pouco necessários, satisfez desejos de consumo até compreender a necessidade de melhor gerenciar suas finanças pessoais. ?Depois de um tempo, mudei meu foco financeiro?, explica, referindo-se à necessidade que sentiu de guardar parte dos rendimentos mensais com objetivo de realizar, a médio prazo, alguns dos sonhos de consumo. Um deles: a aquisição do carro particular, recentemente trocado por um novinho em folha. Polyanne já trabalhava, pela manhã, na Secretaria de Ressocialização e Inclusão Social (Seris) quando foi selecionada pela Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal). Com o segundo posto de trabalho, e mais grana na conta bancária ao final de cada mês, ela replanejou sua vida financeira. ?O amadurecimento financeiro me permitiu enxergar a necessidade de adotar um melhor gerenciamento financeiro, economizando a cada mês. Só assim seria possível concretizar alguns dos meus objetivos?, justifica. Os frutos da organização de alguns anos, reconhece a profissional, estão sendo colhidos agora.