Economia
Justi�a mant�m vendas dos produtos de conveni�ncia nas empresas
Para Barreto, ainda há no país ?a mítica de que um modelo mais abrangente de farmácia incentiva o consumidor a comprar mais remédio?. A expansão do leque de possibilidades nas drogarias deu os primeiros passos no país no início dos anos 2000, quando elas começaram a vender itens de conveniência, abrangendo até recarga de celular e serviços bancários. Após mais de dez anos de idas e vindas na Justiça, em agosto deste ano as farmácias foram definitivamente autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal a vender produtos de conveniência, além de remédios, como fazem as farmácias americanas. Entendem-se por conveniência barras de cereais, câmeras fotográficas, meias, leite em pó, maquiagem, perfumaria, produtos íntimos de higiene, repelente e picolé, entre outros itens de uma lista que, segundo os varejistas, deve ficar cada vez mais abrangente no futuro. A evolução abriu caminho para a consolidação do setor e o interesse de redes estrangeiras no mercado brasileiro, como foi o caso da americana CVS, que no ano passado comprou a brasileira Onofre.