Economia
N�o medicamentos vendem bem
?Esse grupo de não medicamentos tem crescido aqui, mas, se compararmos com mercados como o americano e o britânico, em que eles representam perto da metade do faturamento, vemos que ainda pode crescer no Brasil?, diz Sérgio Mena Barreto, presidente da Abrafarma . ?É uma categoria que ajuda a pagar os salários?, diz. Os não medicamentos são um dos fatores de sobrevivência das farmácias pois, diferente dos medicamentos, não são submetidos a controle de preços do governo. O comércio desses produtos subiu quase 20%. ante alta de 11,5% dos remédios. ?E não é só nos EUA e no Reino Unido que esse modelo de venda de produtos de conveniência é mais desenvolvido. Países como África do Sul, Chile e Bolívia também são referências. No sul da Itália, é possível comprar vinho em farmácia?, diz Barreto.