Economia
Empres�rio aposta no setor pet
São Paulo ? Um passeio pelo comércio de bairro indica que, na hora de abrir uma empresa, o brasileiro tradicionalmente considera opções como pizzarias, padarias ou, nos últimos anos, um pet shop. Esta última é, hoje, uma aposta repetida 33.480 vezes, o número de lojas neste momento em operação no País, segundo o Instituto Pet Brasil (IPT). Mas, para além da competição já estabelecida entre os estabelecimentos para animais, há quem acredite que o mercado ainda reserva muitos espaços para novos empreendedores. A força nessa crença justifica, por exemplo, a empreitada de Rodrigo Albuquerque. Ele acaba de investir R$ 11 milhões para trazer ao Brasil a marca de varejo norte-americana Petland, com 146 unidades em 11 países e US$ 250 milhões faturados em 2013. A rede aposta na composição entre farto sortimento de serviços e acessórios, aliados a alguns parâmetros próprios de gestão para destacar-se no mercado de pet shops com até 400 metros quadrados, nicho que na visão de Albuquerque cresceu muito, mas de forma desorganizada no Brasil. ?Tirando as duas grandes redes, que se posicionam no conceito de megastores, as lojas de bairro ainda carecem de gestão, de métodos de vendas e poder de negociação com os fornecedores. A gente quer ser eficiente exatamente nessas carências para ganhar mercado?, conta o administrador de empresas que tem como plano abrir 22 franquias e quatro lojas próprias até o fim de 2015.