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Quando o risco � sin�mimo de faturamento alto

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Que é melhor prevenir do que remediar ninguém discorda, ainda mais quando o convívio com o perigo é diário. Atentando para um segmento promissor, o mercado dos Equipamentos de Proteção Individual (EPI) encontrou na possibilidade do risco o seu alicerce, e tem faturado mais de R$ 500 milhões por ano, segundo análise do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). Popularmente chamados pela sigla, os EPIs devidamente citados na norma regulamentadora n° 6 (NR 6) são dispositivos usados individualmente, com o objetivo de proteger o trabalhador dos riscos capazes de ameaçar a saúde e a segurança durante o exercício da atividade profissional. Eletricistas, marceneiros, soldadores, trabalhadores da construção civil e da área da saúde, serralheiros e tantos outros profissionais necessitam fazer uso diário desses tipos de equipamentos. Foi investindo na necessidade de segurança dessas profissões que os empresários desses produtos construíram a clientela. Os lojistas alagoanos acreditam que o ano de 2015 não registrará aumento de vendas, como aconteceu no ano passado, mas ainda assim o negócio consegue se manter sem dificuldades. ?Há 14 anos, eu desisti do ramo de alimentos e montei o meu negócio especializado em EPIs. Com organização e controle de gastos, me consolidei no mercado e hoje, tenho uma lista de clientes fiéis e consigo pagar as despesas da loja, pagar os quatro funcionários, tirar meu lucro e investir no negócio?, contou Raimundo Nonato, proprietário da loja Saturno. Segundo contou o empresário, a diversidade está não apenas nos produtos, mas também na clientela. Hoje, Raimundo atende desde o pequeno comprador que faz uma reforma em casa a grandes construtoras, hospitais, postos de combustível, até usinas do setor canavieiro.

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