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Economia

Guerra pode devastar economia

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Uma destruição maciça dos campos petrolíferos do Iraque poderia devastar a economia mundial, estimou nesta quinta-feira em Washington um analista do setor, destacando que há muitas dúvidas para se prever o impacto de uma guerra na produção do combustível. Na pior das hipóteses, os campos petrolíferos iraquianos poderiam ser incendiados, alguns da Arábia Saudita e do Kuwait seriam prejudicados e os consumidores seriam obrigados a gastar muito dinheiro com combustíveis, estima o diretor do setor energético do CSIS (Centro de Estudos Internacionais e Estratégicos), Robert Ebel. Tal situação poderia colocar o preço do barril até em US$ 80, com enormes repercussões nas economias, cujos efeitos dependeriam da rapidez com a qual os outros fornecedores poderiam preencher o vazio da produção, frisou. ?Todos pagaremos o mesmo preço. Ninguém está isolado?, disse. Celulares As operadoras de telefonia móvel venderam em dezembro 1,609 milhão de telefones, segundo dados divulgados pela Anatel. O número de celulares atingiu em dezembro do ano passado 34,880 milhões em todo o país. Desse total, 28,32% são pós-pagos e 71,68% pré-pagos. As operadoras da banda A detêm 63,59% do mercado e as da banda B, 31,56%. Já as empresas do SMP (Serviço Móvel Pessoal) que entraram em operação no segundo semestre de 2002 (Oi e TIM) conseguiram conquistar quase 5% do mercado, sendo 4,61% na banda D e 0,24% na banda E. Nessas duas empresas do SMP, aliás, o crescimento no número de celulares foi de 604 mil no total. Ficando as demais operadoras das bandas A e B responsáveis por 1,005 milhão de habilitações em dezembro.

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