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Plano de res�duos s�lidos tornaria atividade atraente

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Os 18 catadores da Cooperativa dos Recicladores de Lixo Urbano de Maceió (Cooplum), situada no bairro de Jacarecica, também sonham com mais apoio para ter melhor remuneração pelos plásticos, papelões e vidros coletados em centenas de pontos da capital para repasse aos intermediários. ?A gente coleta de segunda a sábado. Todas as tardes, fazemos a separação dos resíduos para revenda aos atravessadores?, comenta Maria da Silva, líder de outros 17 catadores. Eles também se queixam do rendimento reduzido com a venda dos resíduos coletados na capital. A média mensal de recicláveis da Cooplum é de 30 toneladas, a mesma da Coopvila. O volume poderia até ser maior, segundo a presidente Maria da Silva, caso os cooperados dispusessem de maior infraestrutura para coleta. ?Atualmente, a gente conta com dois caminhões cedidos pela prefeitura?, diz. Infelizmente, não é o bastante. O repasse do quilo de papelão a R$ 0,14 e do quilo de garrafa pet por R$ 0,90 também não garante rendimento superior ao salário mínimo. Cada catador percebe entre R$ 450,00 e R$ 500,00 mensais, em média. ?Isso quando a gente consegue vender tudo o que cata?. A legião de cidadãos dependentes do descarte da sociedade para sustentar suas famílias poderia elevar seus rendimentos sem maiores dificuldades caso houvesse sólido plano de coletiva seletiva na capital. ?Atualmente, não há!?, enfatiza Ana Lúcia Ferraz, coordenadora do projeto Reciclar e Educar, da Coopvila.

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