loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6283
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Economia

Economia

Maioria das demiss�es � sem justa causa, diz Cbic

Ouvir
Compartilhar

Conforme dados divulgados pela Câmara Brasileira da Construção Civil (Cbic), o momento que vive o setor é ilustrado pelo grande número de demissões sem justa causa, que são os cortes ligados às dificuldades financeiras das empresas. Segundo a entidade, desde o ano passado o número de vagas vem caindo e, somente nos últimos cinco meses, cerca de 250 mil postos de trabalho foram fechados em todo o País. Para o Sinduscon/AL, apesar do panorama atual, a expectativa é que o ritmo de crescimento seja normalizado nos próximos meses. ?Depois da forte queda da atividade que o setor sofreu, esperamos um segundo semestre melhor, com uma retomada do crescimento anual. A perspectiva é de que o mercado imobiliário seguirá em fase de ajuste, e que a renda e o consumo das famílias cresçam menos, e as contratações de obras relacionadas a novos investimentos ocorram com mais intensidade depois de julho?, explica Alfredo Brêda. Apesar da expectativa do setor, os índices divulgados recentemente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostram que, já neste ano, a queda na atividade se acentuou em janeiro, ampliando a ociosidade, com o índice de evolução recuando de 39,4 pontos para 36,9, de dezembro de 2014 a janeiro de 2015. Os indicadores variam de 0 a 100 pontos e, quando estão abaixo dos 50, revelam que a atividade e o emprego caíram no mês. Já entre janeiro e fevereiro, o Índice de Confiança da Construção (ICST), formulado pela Fundação Getúlio Vargas, caiu 6,9%. Esse é o maior recuo mensal desde julho de 2010, já que o valor chegou a 83,8 pontos e é o mais novo recorde negativo da série. A média histórica é de 121,4 pontos. ?Sabemos que a crise afeta toda a cadeia produtiva do País e, por isso, já estamos trabalhando para que os trabalhadores alagoanos não sejam totalmente afetados. O Sinduscon está em conjunto com o governo do Estado e com as prefeituras para que melhorias aconteçam. Apesar do momento, a expectativa é de que tudo volte ao normal nos próximos meses?, finaliza Alfredo. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

Relacionadas