Economia
Economista diz que mudar h�bitos s� ameniza crise
Para o economista Cleydner Magalhães, apesar de alguns mudarem os hábitos, em regra geral, o maceioense não está conseguindo equilibrar a relação receita e despesa. E cita, como exemplo, o número elevado de endividados na capital. Segundo a Federação do Comércio do Estado de Alagoas (Fecomercio), quase 180 mil pessoas estão com dívidas em Maceió. Segundo Magalhães, a mudança de rotina para se adequar à crise é lenta, mas é visível em vários segmentos, sobretudo na classe média-baixa. Como a Gazeta já constatou, a energia elétrica é a que mais preocupa os alagoanos. ?Na medida em que o tempo for passando e a crise permanecer, a tendência é que seja maior o número de pessoas economizando. Será como uma corrente. As novas práticas vão sendo copiadas para reduzir as despesas. No entanto, o economista alerta que, com a permanência da crise, ela vai chegar a um nível em que as pessoas não vão ter mais de onde cortar os gastos. Por outro lado, se a situação econômica melhorar no País e os preços voltarem a cair, a rotina de quem estava com os cintos apertados deve retornar, lentamente, ao quadro de antes.