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Venda de im�veis novos e usados cai 25% em AL

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O governo anunciou novas medidas para incentivar o mercado imobiliário. Visando evitar o agravamento da crise, o Conselho Monetário Nacional (CMN) remanejou o compulsório ? parcela de recursos que os bancos são obrigados a manter no Banco Central (BC) ? para estimular o crédito imobiliário. A decisão foi tomada em conjunto pelo presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, e os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa. A medida entrou em vigor neste inicio do mês de junho, conforme determinação do diretor de política monetária do Banco Central, Aldo Mendes. Ao mesmo tempo, o BC aumentou de 20% para 25% o compulsório sobre os depósitos a prazo, como o Certificado de Depósito Bancário (CDB). Com a elevação, a instituição espera enxugar do mercado os 25 bilhões de reais que liberou para o crédito imobiliário. Além da liberação dos depósitos compulsórios, o CMN atendeu outra demanda do setor: endurecer as normas para fiscalizar se os bancos estão aplicando os 65% dos recursos de poupança para o financiamento imobiliário. A utilização de títulos e Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) só será permitida se tiver como lastro financiamentos de imóveis até 750 mil reais, teto do Sistema Financeiro de Habitação (SFH). Antigamente, os bancos encontravam brecha para usar o CRI ao cumprir a exigência mesmo tendo como base os imoveis comerciais e casas de luxo, o que agora é vetado. Além disso, o CMN extinguiu a possibilidade que os bancos tinham de usar outros tipos de títulos para cumprir a exigência, como cotas de fundo de investimento imobiliário, cotas de fundos de investimento em direitos creditórios, debêntures, carta garantia de CRI, entre outros. * Sob supervisão da editoria de Economia.

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