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Nº 5735
Economia

D�lar fecha cotado a R$ 3,29, maior alta desde mar�o

São Paulo, SP – A redução da meta fiscal para quase zero derrubou a Bolsa brasileira ontem e provocou uma disparada na cotação do dólar em relação ao real, levando a moeda americana para perto de R$ 3,30, no maior nível desde março. O dólar à vista, ref

Por | Edição do dia 24/07/2015 - Matéria atualizada em 24/07/2015 às 00h00

São Paulo, SP – A redução da meta fiscal para quase zero derrubou a Bolsa brasileira ontem e provocou uma disparada na cotação do dólar em relação ao real, levando a moeda americana para perto de R$ 3,30, no maior nível desde março. O dólar à vista, referência no mercado financeiro, teve valorização de 1,91%, para R$ 3,288 na venda -maior patamar desde 19 de março, quando estava em R$ 3,305. Já o dólar comercial, usado no comércio exterior, avançou 2,16%, para R$ 3,296. A divisa chegou a ser cotada a R$ 3,299 durante o dia. Na Bolsa, o principal índice de ações do mercado nacional, o Ibovespa, fechou em baixa de 2,18%, para 49.806 pontos -menor pontuação desde 16 de março, quando estava em 48.848 pontos. Foi também a maior desvalorização diária desde 26 de março, quando havia cedido 2,47%. Os ministros Joaquim Levy (Fazenda) e Nelson Barbosa (Planejamento) afirmaram na véspera que a meta de superavit primário foi reduzida de R$ 66,3 bilhões (1,1% do PIB) para R$ 8,7 bilhões (0,15% do PIB). O governo também colocou um dispositivo que o permitiria incorrer em deficit de até R$ 17,7 bilhões, se as receitas extraordinárias decepcionarem. “Isso por si só é bastante negativo. A dívida pública só deve se estabilizar em 2018, se tudo der certo. Com isso, aumenta muito o risco de o país perder o grau de investimento”, disse Luciano Rostagno, estrategista-chefe do Banco Mizuho do Brasil.

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