Economia
Governo defende que cr�dito seja abatido na empresa de origem
O segundo ponto é o rateio do crédito de ICMS das compras originais do produto. ?São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná querem ficar com esse crédito, mas tem que ter o mesmo tratamento. Nós defendemos que o crédito seja abatido na empresa de origem?, afirma Santoro. Por exemplo, a compra on-line de um alagoano gera 17% de ICMS, que hoje fica todo no estado de onde sai o produto. Pelo texto original da PEC, o estado de origem vai recolher os 7% previstos na sua legislação, enquanto a diferença dos 10% é tributada para o estado de destino. A matéria está sob análise da Procuradoria da Fazenda Nacional e o martelo será batido na reunião do Confaz, marcada para 2 de outubro. Desta data não pode passar por causa da vigência a partir de janeiro de 2016. ?Você tem até o final de dezembro para funcionar todas essas mudanças tributárias, que não são simples para as empresas implementarem num tempo muito curto. Você não tem três meses comuns, as vendas de Natal começam em outubro, você vai ter, de fato, um mês e meio?, adverte George Santoro.