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Nº 5730
Economia

Cortes atingem 2 mi de vagas

O aumento da carga tributária é um obstáculo ao crescimento do Brasil e, ao criar e elevar impostos, o governo transfere para o setor produtivo e para a sociedade o ônus do ajuste fiscal. Ao fazer essa crítica, o presidente da Federação das Indústrias do

Por | Edição do dia 19/09/2015 - Matéria atualizada em 19/09/2015 às 00h00

O aumento da carga tributária é um obstáculo ao crescimento do Brasil e, ao criar e elevar impostos, o governo transfere para o setor produtivo e para a sociedade o ônus do ajuste fiscal. Ao fazer essa crítica, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Alagoas (Fiea), industrial José Carlos Lyra de Andrade, alertou para as graves consequências das investidas do governo contra as verbas do Sistema S. Segundo ele, a proposta do governo de reduzir em até 30% o orçamento do Sistema S, inserida nas discussões sobre o pacote de ajuste fiscal, ameaça todos os serviços oferecidos à população pelas entidades da indústria, comércio, agricultura e transporte. Estão sob risco de serem extintas, disse José Carlos Lyra, quase 2 milhões de vagas nas escolas profissionalizantes do Senai, em todo o País. O empresário alagoano declara que a redução de 30% na transferência dos recursos da contribuição compulsória, verbas previstas na Constituição Federal, e de parte dos valores previstos como incentivo na Lei do Bem, representam um corte que pode chegar a 52%. “Em valores, o prejuízo para as entidades é superior a R$ 4 bilhões”, reclamou Lyra. Ele disse que medida fará crescer vertiginosamente o crescimento dos índices de desemprego, já que milhares de profissionais, principalmente professores e técnicos, serão demitidos.

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