Economia
Economista reduz despesas pela metade
?Hoje saio uma vez por semana, cortei os almoços e jantares diários fora e passei a comer de marmita por um tempo. Não deu certo e optei por gourmet, que entrega as refeições da semana toda já congelada. É só esquentar na hora o que preciso. Além de economizar, passei a me alimentar melhor, com qualidade; também otimizou meu tempo; há uma praticidade e custo-benefício?, conta Lívia Catão, que afirma ter cortado o gasto pela metade e, hoje, em vez de restaurantes e bares, a diversão da semana é na casa de amigos. ?Como praticamente não usamos mais dinheiro, só cartão, não percebemos esse tipo de gasto. Quando parei para analisar, falei: essa conta está muito alta, meu Deus! Preciso dar um jeito!, ela confessa. Com a experiência de quem trabalha na área, a economista afirma que o poder de compra do brasileiro foi muito reduzido, no mínimo 10%. Afirma que as crises econômicas são cíclicas e que em momentos como este a primeira medida a ser tomada é cortar o que se acha supérfluo. ?É preciso fazer o jogo do custo-benefício, se não vai acontecer o que está acontecendo com o governo, virando uma bola de neve. É preciso entender que cartão de crédito é um financiamento. O dinheiro não é seu, é da financiadora. Só usá-lo em casos necessários?, afirma Lívia Catão.