Economia
Secret�rio destaca papel da Defesa Civil em Alagoas
Álvaro Vasconcelos destaca ainda para o papel da Defesa Civil, que, segundo ele, está preparada não só para distribuir água, mas também ração para os animais de que mais precisa. ?Daí a importância do trabalho com as cooperativas e associações, em todo momento de crise nós devemos nos unir, e um grande exemplo disso foi a reativação da Usina Uruba por uma cooperativa de fornecedores?. Para Álvaro Vasconcelos, o clima hostil entre fornecedores e usineiros deve ser superado. ?Um exemplo disto é que, esta semana, a Asplana participou da comitiva para negociar com o representante do Ministério da Agricultura, André Nasser (secretário de Política Agrícola), a cota de exportação da Usina Triunfo?. O presidente da Asplana informou ainda que foi a Brasília para insistir na principal reivindicação coletiva do setor. ?O foco maior é a liberação da subvenção da cana e do etanol, já aprovada e sancionada como medida emergencial?, afirma Edgar Filho. Esta subvenção representa R$ 12 por tonelada de cana para o fornecedor, e 25 centavos por litros de etanol para as usinas. Significa um incremento de R$ 187 milhões para os fornecedores alagoanos, de quase R$ 600 milhões para os usineiros. É dinheiro até umas horas. ?Esta subvenção está aprovada há cerca de um ano, e a lei vai caducar no mês de dezembro?, alerta o presidente da Asplana. O alagoano Ricardo Santa Rita, assessor especial da ministra Kátia Abreu, é um aliado importante do setor no centro do poder federal. ?A decisão técnica e a decisão política são favoráveis, mas a gente está com dificuldade em relação a estes subsídios porque depende muito mais do cenário econômico?, informa Santa Rita. ?A expectativa é que esta liberação fique para o final do ano?, completa. O assessor do Ministério reconhece a importância da diversificação, mas destaca a cana como o carro-chefe da nossa economia. Para ele, a alta do dólar é outro aspecto que favorece a exportação do açúcar, gerando uma receita de R$ 16 bilhões, repassados em 50% para União e 50% para estados e municípios, por meio do FPE e do FPM.