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quarta-feira, 05/08/2026 | Ano | Nº 6282
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Pre�o � diferente para turistas e para alagoano

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Em Maceió e nas praias do Litoral Sul, a água de coco varia entre R$ 5 e R$ 7, confirmou o advogado Felipe Vasconcelos, que é da cidade. Ele percebeu também que existe preço para turista e o preço para o nativo. ?De qualquer forma, todo mundo é explorado?, lamentou. Bares e restaurantes das praias também exploram e fazem pouco da inteligência dos visitantes. A advogada baiana, Carla Madalena dos Santos, foi conhecer a praia do Gunga com os dois filhos pequenos. Lá, pediu como almoço peixe frito. Quando a comida chegou, o susto: a refeição custou R$ 70; a porção de arroz, R$ 15; a de salada, R$ 15. ?Questionei como podia ser um almoço com guarnição à parte. Não teve jeito. Tive que pagar. Me senti lesada?, reclamou a advogada, ao acrescentar que ?os passeios foram maravilhosos, o Estado é muito bonito, mas os preços são abusivos, como também acontece neste momento em Salvador?, admitiu. LIVRE CONCORRÊNCIA A superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) não intervem no disciplinamento dos preços praticados pelos jangadeiros no transporte de turistas. O órgão também não tem intensão neste momento em fazer tabelamento de preços nos passeios de jangadas. ?Se for implantado a tabela, vai quebrar a livre concorrência que existe entre os jangadeiros. O que se precisa, na verdade, é visualizar aquela atividade, estimular a livre concorrência para evitar exploração de turistas e provocar queda natural dos preços?, ressalta o diretor da SMTT, Zenildo Calheiros.

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