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Quilo de c�lcio ser� vendido a R$ 5

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?Nós vamos fornecer os recipientes e no final da tarde iremos coletar as casas que hoje eles jogam no lixo. Todo aquele pessoal do Dique Estrada que trabalha despinicando sururu será estimulado a se associar à Colônia dos Pescadores, e nós iremos pagar o INSS deles em troca das cascas?, destacou Josias de Oliveira Ferreira. Inicialmente, a fábrica vai produzir cálcio para ração de animais para os mercados de Alagoas e estados vizinhos. A produção não tem nenhum aditivo químico. O esquema de produção é simples: a matéria-prima chega à fábrica, passa pelo processo de lavagem hidro-jato, depois vai para a secagem em vento e vapor, em seguida cai na máquina de trituração. A calcinação acontece numa ?secadeira? de alta temperatura e, por fim, é embalada e estocada para a comercialização. ?Os criadores de animais que usam cálcio de origem mineral teriam a opção de um produto de origem orgânica que traz inúmeros benefícios à vida animal?. O produto foi patenteado como orgânico sem nenhum tipo de aditivo químico. Da casca do molusco, segundo Josias Ferreira, se produz o carbonato de cálcio (CaCO3) a 36º, um produto considerado puro. O quilo do cálcio de sururu ficaria em torno de R$ 5, ou seja, 40% mais caro que o cálcio mineral. ?O nosso carbonato de cálcio é um alimento completo com todos os agregados orgânicos?.

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