Economia
Parem de consumir os bens sup�rfluos, pede economista
Apesar de parecer clichê sobre o assunto, a recomendação de especialistas como o economista da Fecomércio não foge à regra. ?É lugar-comum, mas o conselho que tem que ser dado é: parem de consumir os bens supérfluos, e foquem, somente, o essencial como transporte, alimentação e deixem um pouco para o lazer. Paguem as dívidas para que possam voltar a consumir; também é importante se ter mais moderação e colocar na ponta do lápis para começar a reequilibrar as finanças?, disse Felippe Rocha. Ainda sobre a pesquisa do Instituto Fecomércio AL, dados mostram que apenas 9,2% dos entrevistados afirmaram que vão ter como pagar as dívidas em 2016, mas 19,7% estimam que vão quitar os débitos parcialmente, porém 54,9% disseram que não têm como limpar o nome; no quesito faixa por renda, dos que recebem até 10 salários mínimos, 58% indicaram que não podem pagar os débitos, mas quem recebe acima dos mesmos 10 salários não possuem conta em atraso. As maiores dívidas do que ganham até 10 salários mínimos, naturalmente, estão no cartão de crédito: 86,6%; com carnê de loja o percentual é de 9,7% e de crédito em financeiras chega a 7,4%.