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Falta de chuvas agrava crise h�drica em AL

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?A chuva que ocorre em vários pontos da bacia do rio São Francisco ainda não é suficiente para compensar os efeitos dos últimos quatro anos de estiagem que provocou a redução nas vazões de Sobradinho e Xingó?, justificaram a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e Agência Nacional de Água (ANA), em nota. A redução da vazão está mantida até 31 de março, como estabelece a Resolução 66/2015 publicada pela ANA. A redução da defluência mínima foi solicitada pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), órgão responsável pelo controle e a política hídrica no País. Segundo a ANA, a bacia do rio São Francisco enfrentou condições hidrológicas adversas, com vazões e chuvas abaixo da média, causando consequências nos níveis de armazenamento dos reservatórios instalados na bacia. Esta situação tem levado a ações de flexibilização das vazões mínimas defluentes dos reservatórios. Neste contexto, a ANA vem autorizando a redução da vazão mínima defluente abaixo de 1.300 m³/s (patamar mínimo em situações de normalidade) tanto em Sobradinho quanto em Xingó. Os operadores do sistema sustentam que a medida tem o objetivo de não comprometer a produção de energia elétrica no Nordeste. ?A redução temporária da vazão mínima defluente de ambos os reservatórios leva em consideração a importância de Sobradinho, Itaparica (Luiz Gonzaga), Apolônio Sales (Moxotó), Complexo de Paulo Afonso e Xingó, para a produção de energia do Sistema Nordeste e para o atendimento dos usos múltiplos da água na bacia. Serão considerados os dados da estação de Juazeiro (BA) para controle das defluências de Sobradinho, e da estação de Propriá (SE) para controle das defluências de Xingó?, informa a agência, em seu site.

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