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Desemprego em Alagoas avan�a para 12,8%

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A taxa de desemprego em Alagoas avançou para 12,8% no primeiro trimestre deste ano ? um crescimento de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado ?, informou ontem o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual do período equivale a 164 mil alagoanos que estavam sem emprego nos três primeiros meses do ano. De acordo com os dados ? retirados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Continua) ?, o nível de ocupação em Alagoas (indicador que mede a parcela da população ocupada em relação à população em idade de trabalhar) atingiu 42,8% no primeiro trimestre deste ano, uma retração de 1,4% em relação ao mesmo período de 2015. A pesquisa do IBGE mostra ainda uma retração de 4,7% no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado alagoano. Entre janeiro e março deste ano, eram 335 mil trabalhadores, contra 352 mil no mesmo período do ano passado. Já o número de trabalhadores sem carteira assinada neste setor recuou de 148 mil no primeiro trimestre de 2015, para 147 mil nos três primeiros meses deste ano, uma retração de 0,6%, segundo o IBGE. Em contrapartida, o número de trabalhadores domésticos em Alagoas aumentou 20,8% na mesma base de comparação: eram 68 mil no primeiro trimestre de 2015 e somavam 82 mil no primeiro trimestre deste ano. RENDA Segundo o IBGE, o rendimento real médio do trabalhador alagoano registrou uma retração de 4% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2015, saindo de R$ 1,35 mil para R$ 1,3 mil. No período, os maiores rendimentos médios foram registrado no setor público, com R$ 2,13 mil ? uma retração de 14,6% em relação aos R$ 2,49 mil pagos no primeiro trimestre do ano passado. De acordo com a pesquisa, o trabalhador doméstico recebia o menor rendimento médio entre os trabalhadores alagoanos, com R$ 560 mensais ? uma queda de 4,3% em relação aos R$ 586 pagos no primeiro trimestre do ano passado.

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