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N�mero de endividados recua 4,96% em Macei�

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O número de consumidores endividados em Maceió recuou 4,96% na passagem de abril para maio, segundo pesquisa divulgada ontem pelo Instituto Fecomércio de Alagoas. De acordo com o levantamento ? feito em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) ?, em maio 61,3% dos consumidores da capital alagoana estão endividados. Quando comparado com o mesmo mês do ano passado, o número de inadimplentes em Maceió registra uma retração de 1,8%, segundo os dados da Fecomércio. O cartão de crédito encabeça o ranking de dívidas contraídas pelo consumidor maceioense em maio, com 87,1% do total ? um aumento de 0,46% em relação a abril. Em seguida aparecem os carnês de loja, com 6,9%, os serviços de financeiras, com 5,2%, e os empréstimos pessoais, com 4,5%. Segundo a Fecomércio, a retração no número de endividados em Maceió se deu pelo baixo volume de vendas no comércio, apesar do Dia das Mães, segunda melhor data para o setor no ano ? atrás apenas do Natal. De acordo com pesquisa da federação, 52% dos empresários locais venderam menos do que no ano passado. ?Dentro do universo de endividados, 32,1% possuem contas em atraso, expressando um aumento de 1,26% de pessoas que estão tendo dificuldades de realizar seus pagamentos, quando comparado ao mês de abril?, informa a Fecomércio, em nota. ?Os inadimplentes são 19,2%, já os consumidores que possuem dívidas ? mas estão adimplentes ? representam 10%?, completa. Além da retração no número de endividados, a pesquisa da Fecomércio revela leve estabilidade no índice de inadimplência, que atingiu 19,2% em maio, contra 19,3%. Na comparação com o mesmo mês do ano passado, no entanto, o número de inadimplentes avançou 6,1%. Segundo o assessor econômico da Fecomércio, Felippe Rocha, a pesquisa tem por finalidade analisar o consumo atual e futuro das famílias. ?Nesse contexto, todos os fatores questionados servem como parâmetro em relação à capacidade de pagamento do presente ou do futuro dos consumidores, bem como auxilia a perceber o efeito do desemprego na economia e como ele reduz a capacidade de consumo, norteando também, os empresários sobre a rotatividade de matérias-primas, estoques e emprego em suas lojas?, ressalta.

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