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Reformas s�o essenciais, defende economista

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O economista Felippe Rocha ressalta que a reforma trabalhista pode evitar que o trabalhador se submeta à informalidade. ?A reforma trabalhista dá mais segurança ao empregador, que não irá mais recorrer às contratações informais, já que haverão dois novos modelos de contratos, dando garantias institucionais ao mesmo e reduzindo custos para os empresários do setor que pagarão ou por hora ou por produtividade?. Já a reforma da Previdência garantiria também aos empresários, segundo o economista, uma maior oferta de funcionários até os 65 anos. ?Isso ajudaria a reduzir salários por conta do excesso de oferta de funcionários neste setor. A longo prazo, o trabalhador, ao trabalhar mais 10 anos do que a média do País hoje, que são 55 anos, ajudaria a reduzir o deficit previdenciário, contribuindo na redução dos impostos em ambos os lados?, argumenta. Quanto à simplificação tributária, indicada pelo presidente do Sinduscon como sendo uma medida necessária ao setor, o economista acredita que a medida seja mais do que necessária, já que são mais de 80 tributos e inúmeras normas e obrigações, além de 27 legislações diferentes sobre o ICMS (uma por estado). ?São 2.600 horas por ano gastas na empresa apenas no sistema de tributação. O Simples pune o crescimento empresarial. Quando um certo patamar de receita anual é atingido você pode deixar de ser ?simples? e passar a ser ?complicado?, quando deveria manter-se o mesmo processo simplificador de impostos?, justifica. * Sob supervisão da editoria de Economia.

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