Economia
Fiscaliza��o � necess�ria, diz James Thorp Neto
Além de rotineira, a fiscalização do comércio de combustíveis é necessária. Aliás, ressalta o presidente da entidade de classe dos revendedores em Alagoas, James Thorp Neto, o setor é um dos mais fiscalizados, pois além de ações individuais, está frequentemente sujeito a operações conjuntas, as chamadas força-tarefa, em que todos os órgãos fiscalizadores se juntam para vistoriar os postos no mesmo momento. É por isso, ressalta ele, que as inspeções realizadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) são vistas como parte da rotina dessa atividade comercial. ?Além da ANP, recebemos inspetores do Instituto do Meio Ambiente, do Inmetro, do Procon e da Secretaria da Fazenda, quase mensalmente?, argumenta o empresário James Thorp, que preside o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Alagoas (Sindicombustíveis-AL). Para ele, a fiscalização realizada esta semana, que resultou na interdição de postos de combustíveis de Maceió, Rio Largo, Atalaia e Arapiraca, acaba por favorecer o setor, assegurando a qualidade do álcool, gasolina e diesel vendidos em Alagoas. ?As autuações e interdições nem sempre ocorrem por adulteração. Outros problemas podem levar a fiscalização a adotar essa medida, e mesmo assim, em muitos casos, a defesa do posto acaba por comprovar que não houve má fé?, argumenta o dirigente da entidade classista.